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Em 2009 fui diagnosticado com uma doença do neurônio motor (DNM) Trata-se de uma doença neuromuscular, progressiva, degenerativa e sem cura. Mesmo assim insisto que vale a pena viver e lutar para que pesquisas, tratamentos paliativos, novos tratamentos cheguem ao Brasil no tempo + breve possível, alem do respeito no cumprimento dos nossos direitos. .

9 de fev de 2012

Células-tronco adultas podem retardar a progressão da Esclerose Lateral Amiotrófica



No início de 2012, foram feitos testes em humanos da nova terapia NurOwn para o tratamento da ELA, Esclerose Lateral Amiotrófica, desenvolvido pela BrainStorm Therapeutics Cell.
A NurOwn é uma tecnologia que "manipula" as células-tronco adultas retiradas da medula óssea de pacientes e as transforma em células capazes de produzir compostos neuroprotetores e neurotransmissores como a dopamina. As células tratadas são então reinjetadas no corpo do paciente. O método evita o risco bem conhecido de rejeição, bem como a possivel evolução para células cancerígenas, que caracteriza as células-tronco embrionárias.

O FDA nos Estados Unidos, em fevereiro de 2011, concedeu status de medicamento órfão e autorizou o teste deste tratamento, que visa bloquear ou pelo menos retardar a progressão da doença. Em Jerusalém, na Universidade Hadassah Medical Center e sob a supervisão do professor Dimitrios Karussis, especialista em transplante de células-tronco, a terapia NurOwn mostrou ser segura e bem tolerada em 24 pacientes com ELA, produziu a primeira evidência clínica do modelo de touro e, assim, resultados encorajadores surgiram.

O estudo em 24 pacientes está agora em andamento: em 12 pacientes em estágio inicial da ELA foram planejadas injeções para o bíceps e tríceps, nos outros 12, que estão em estágio avançado da doença, as injeções serão no líquido cefalorraquidiano.

Segundo antecipa Dimitrios Karussis, chefe do Centro Médico Hadassah de Esclerose Múltipla em Israel, a NurOwn, embora ainda esteja no estágio de provar segurança e tolerabilidade ao tratamento, também já deu alguns, ainda que limitados, sinais de eficácia. Ela parece melhorar a função respiratória, a força muscular e a capacidade de engolir dos pacientes. Mas os resultados da próxima fase experimental vão ainda avaliar a real eficácia da terapia.

Fonte:http://www.ipg.org.br/noticia.php?=331&lang=0