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Em 2009 fui diagnosticado com uma doença do neurônio motor (DNM) Trata-se de uma doença neuromuscular, progressiva, degenerativa e sem cura. Mesmo assim insisto que vale a pena viver e lutar para que pesquisas, tratamentos paliativos, novos tratamentos cheguem ao Brasil no tempo + breve possível, alem do respeito no cumprimento dos nossos direitos. .

14 de nov de 2011

A esperança que vem de Atlanta III: novos avanços.


ALS Emory  anuncia  que no dia 11/11 foi reiniciada a 2ª etapa da FASE I do estudo.

Na visão de um simples paciente de ELA, estou muito feliz e motivado com as notícias sobre a pesquisa com células-tronco que está sendo conduzida na Emory University em Atlanta, nos EUA.  Vários artigos estão sendo postados na ComELA sobre o assunto. 
Foi anunciado que no dia no dia 11/11 foi reiniciado a 2ª etapa da FASE 1 do estudo, e o Dr. Jonathan Glass e sua equipe injetará células-tronco neurais na região cervical da medula espinhal de 6 pacientes com ELA.

Caso a segurança do ensaio clínico se confirme, o FDA provavelmente dará um novo sinal verde para que se inicie a FASE 2 do estudo. Isso permitirá que muitos pacientes continuem sendo submetidos a essa terapia, e a eficácia do método passará a ser considerada como endpoint primário.

Vamos torcer para que, caso os resultados do estudo continuem promissores, os pesquisadores, médicos e autoridades da saúde do Brasil possam estar buscando contato com esse Centro a fim de discutir uma possível transferência de tecnologia, ou outra maneira de se começar a aplicar o método aqui no Brasil. Esse é um sonho e uma reivindicação pela qual deveremos dedicar as nossas vidas.  Todos os pacientes, familiares e cuidadores deverão estar irmanados e impregnados do mesmo sentimento e do mesmo desejo, de que esses ensaios clínicos possam estar ao nosso alcance aqui no Brasil. Conforme relata o Dr. Glass: "A razão pela qual as pessoas morrem de ELA é porque não conseguem respirar", disse Glass. "Então, se pudermos manter a função respiratória... através dos neurônios motores que sustentam esses músculos, então eu penso que teremos feito algo que mudará o curso da doença.”