Quem sou eu

Minha foto
Em 2009 fui diagnosticado com uma doença do neurônio motor (DNM) Trata-se de uma doença neuromuscular, progressiva, degenerativa e sem cura. Mesmo assim insisto que vale a pena viver e lutar para que pesquisas, tratamentos paliativos, novos tratamentos cheguem ao Brasil no tempo + breve possível, alem do respeito no cumprimento dos nossos direitos. .

25 de nov de 2013

Ensaio Clínico com a Mexiletina em ELA


A Universidade de Washington, EUA, está recrutando pacientes com ELA para um ensaio clínico Fase II, a fim de determinar se a mexiletina é segura e eficaz em pessoas com ELA. Neste teste, alguns participantes tomarão 300 miligramas de mexiletina, outros irão tomar 900 miligramas e outros placebo (estudo droga inativa). A segurança e a eficácia destas doses serão comparadas para ver se uma é melhor que a outra.

A mexiletina é um bloqueador dos canais de sódio dependentes da utilização que foi aprovado pelo FDA (Food and Drug Administration) ao longo de décadas para o tratamento de arritmias cardíacas e, mais recentemente, para o tratamento da dor neuropática em polineuropatia diabética. Mexiletina também provou ser protetora dos neurônios após lesão medular, lesões na cabeça e isquemia cerebral, em grande parte, bloqueando a excitotoxicidade.

Com base em estudos anteriores, a mexiletina aparece para penetrar no sistema nervoso central, em concentrações suficientes para conferir uma proteção significativa. Recentes estudos não publicados do laboratório do Dr. Robert Brown, da Universidade de Massachusetts também têm demonstrado que a ingestão de mexiletina em ratos geneticamente modificados para expressar elevados níveis do transgene mutante citosólica dismutase cobre - zinco dismutase- 1 (SOD1) prolonga a sobrevivência em estes animais.


A mexiletina já tem aprovação do FDA como um agente anti-arrítmico e sabe-se muito sobre a farmacologia e a segurança deste medicamento, exceto em ELA. Em ELA serão excluídos do estudo pacientes com uma história de doença cardíaca, porque a mexiletina é contra-indicada nesses pacientes, mas é uma boa escolha para continuar os estudos em um ensaio clínico para ELA.

Tradutor Google. Pode conter erros de tradução.